A estatística é cruel: a maior parte das vendas precisa de cinco ou mais contatos, mas a maioria dos corretores desiste no segundo. Quem fica até o quinto colhe o que os outros largaram. O segredo é fazer o follow-up agregar valor, não cobrar resposta.
Toque 1 — na hora (o mesmo dia)
Responda rápido e resuma o combinado: o imóvel, o valor, o próximo passo. Velocidade aqui vale mais do que perfeição.
Toque 2 — em 2 dias
Mande algo útil, não um "e aí?". Uma foto que faltava, a planta, o valor do condomínio. Cada contato deve entregar uma informação nova.
Toque 3 — em 5 dias
Traga uma alternativa: "Apareceu um parecido, um pouco menor e mais em conta — quer ver?". Mostra que você está trabalhando pra ele, não esperando.
Follow-up bom não pergunta "você decidiu?". Ele entrega algo que ajuda a decidir.
Toque 4 — em ~10 dias
Crie um motivo legítimo de urgência, se houver: outra proposta no imóvel, mudança de preço, fim de uma condição. Urgência real, nunca inventada — o cliente sente a diferença.
Toque 5 — em ~3 semanas
O "fecho elegante": "Vou parar de te incomodar, mas continuo à disposição. Se mudar algo, me chama." Surpreendentemente, é o toque que mais traz gente de volta — tira a pressão e mantém a porta aberta.
Deixe o sistema lembrar por você
O que faz o roteiro funcionar não é memória, é processo. No CRM da Vitra você agenda cada toque como uma atividade e o painel te avisa o que vence hoje — assim nenhum lead some no meio do caminho.
Equipe Vitra — a gente escreve pra corretor que quer vender mais e perder menos tempo.
